quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Dramas familiares, drogas, doping e uma nova chance: os 21 anos de aprendizados para Raniel (Reprodução)

22/08/2017

Quem vê o atacante Raniel virar opção de Mano Menezes para surpreender o Grêmio e ajudar o Cruzeiro a chegar à final da Copa do Brasil não imagina as batalhas que o jovem pernambucano enfrentou ao longo dos 21 anos, completados em junho.

Apadrinhado pelo comandante gaúcho, pelo qual demonstra imensa gratidão pelas oportunidades recebidas, o jogador experimenta na Toca II uma espécie de carinho paterno que em outrora recebia do primeiro treinador, Barão Xavier. Raniel perdeu o pai quando tinha apenas seis anos e afirma não guardar lembranças do mesmo.

Atenção da mãe, inclusive, também não existia. Moradora de uma favela em Chão de Estrelas, bairro da capital Recife, a responsável por dar a luz ao candidato à revelação da Raposa em 2017 optou por não criá-lo.

"O que eu soube na época, é que a mãe o colocou numa caixa de sapato e o deixou na porta de uma senhora, que o criou. Ela (Dione) tinha mais três filhos, os quais conduziram a educação do Raniel. Quando ele tinha oito ou nove anos, esta nova mãe veio a falecer (vítima de um ataque cardíaco)", conta Barão. Aquele, inclusive, foi o pior dia da vida do filho 'torto', como ele mesmo disse em entrevista ao site do Santa Cruz.

"Em todo este processo eu estava perto e cuidando. Providenciamos escola particular, cesta básica, e o trouxe para o meu centro de treinamentos. Depois ele retornou ao Santa Cruz, aos 15 anos, por eu não ter estrutura na escolinha. Ele jogava no salão e no campo e deu no que tinha que dar. É um menino talentoso", acrescenta em entrevista ao Hoje em Dia.

Adolescente e precisando de um teto, Raniel procurou a mãe biológica e, dela, recebeu abrigo. Num ambiente hostil, o menino começou a ter contato com usuários de crack, cocaína e maconha. Naquele período de imensa dor e dificuldades, as únicas refeições que o hoje atleta fazia eram as servidas na concentração das categorias de base do tricolor.

Doping

Apesar de relutar em entrar no universo das drogas ilícitas, foi numa festa da comunidade, em 2014, que lhe ofereceram uma carreira de cocaína. Após muita insistência, ele sucumbiu e aceitou.

"Por coincidência, neste período, ele estava muito ocupado no Santa Cruz. Amigos me relatavam que o viam em lugares suspeitos. O chamei e pedi para que não frequentasse aqueles locais. Ele me garantiu que não estava fazendo nada de errado. Depois, durante uma partida no Arruda, ele me abraçou, chorou e jurou que não faria mais. No outro dia, todos os noticiários contavam que ele havia sido pego no doping", relata o primeiro treinador.

"Voltei a conversar com ele e pedi que não fizesse mais isso. Mais uma vez. Fui chamado pelo diretor de futebol do Santa Cruz, às 21h, quando não havia mais nenhuma pessoa no clube, para tratar do "assunto Raniel". A ideia seria dispensá-lo. Falei que ele era um menino de ouro, muito talentoso, e que não fizessem isso", completa. Barão ainda conta que um empréstimo ao Atlético-PR ou que o jogador morasse no clube foram as ideias sugeridas. A segunda foi a escolhida.

Punido pela Fifa em 25 de agosto de 2015 a ficar fora dos gramados até fevereiro do ano seguinte, Raniel viu a vida profissional quase desabar. Com a pena atenuada e contratado pelo Cruzeiro, ele dá mostras de que aprendeu com os próprios erros.

Volta por cima

Na Raposa desde maio de 2016, o atacante, considerado uma das maiores revelações recentes do "Santinha", realizou 17 partidas, marcou dois gols na equipe principal, e hoje faz sombra ao já consagrado Rafael Sóbis. Para o duelo desta quarta-feira (23), contra o Grêmio, pode, inclsuive, pintar entre os onze titulares de Menezes.

Artilheiro no mundo da bola desde os seis anos, quando surpreendeu num campeonato de futsal em João Pessoa-PB, no qual ganhou como prêmio uma bicicleta, Raniel tem a chance de ir muito além no hobby que escolheu como profissão. Caso conquiste a Copa do Brasil pelo clube celeste, os presentes, com toda certeza, serão bem mais valiosos.

"Estou bastante feliz pelo momento que ele está vivendo no Cruzeiro. Quando ele entrou contra o Sport, foi uma vibração total de quem o conhece. Recebi mensagem em todos os grupos de Whatsapp. Fico sem palavras por ver onde ele chegou. Vai chegar muito mais longe ainda, tenho certeza. Ele vai classificar o Cruzeiro para a final", finaliza o primeiro treinador e amigo.

Original disponível em: http://hojeemdia.com.br/esportes/dramas-familiares-drogas-doping-e-uma-nova-chance-os-21-anos-de-aprendizados-para-raniel-1.553647

Reproduzido por: Lucas H.

Chile deve legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo na próxima semana (Reprodução)

22 Agosto, 2017

De acordo com a organização LGBT Movimento de Integração e Liberação Homossexual (Movilh), o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser legalizado pela presidente chilena Michelle Bachelet no dia 28 de agosto, porém ainda há dúvidas se o direito a adoção estará incluso nesta nova medida.

Ainda que a lei esteja prevista para ir ao Congresso Chileno agora, no segundo semestre de 2017, como havia afirmado a presidente em uma declaração dada no início do ano, os primeiros passos em direção a legalização do “casamento gay” ocorreram em fevereiro deste ano. Bachelet tornou o debate sobre o direito do casamento entre pessoas do mesmo sexo público e afirmou: “não é apenas uma demanda do sistema internacional de Justiça, mas uma demanda legítima da sociedade chilena”.

Prestes a tornar o casamento entre pessoas do mesmo sexo legal, o Chile já reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo desde 2015, ano em que essa regulamentação foi aprovada por mais de 77% dos deputados chilenos. Nessa época, Rolando Jiménez, da organização Movilh, relatou: “Hoje é um dia histórico para a diversidade sexual. Pela primeira vez o Estado reconhece que não há apenas uma maneira de formar uma família.” Ainda, em 2012, a Movilh em conjunto com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos já haviam entrado com processos defendendo o direito de 3 casais do mesmo sexo poderem se casar.

Se a lei do casamento igualitário for aprovada pelo Congresso Chileno, o país se juntará a Argentina, Brasil, Colômbia, Uruguai e parte do México como o 6º país latino americano a legalizar esse tipo de união. No mundo, 21 países e territórios reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, os quais abrangem aproximandamente 1 bilhão de pessoas.

(T.S.)

Original disponível em: http://revistaladoa.com.br/2017/08/noticias/chile-deve-legalizar-casamento-entre-pessoas-mesmo-sexo-na-proxima-semana#ixzz4qbNCciR0


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Reproduzido por: Lucas H.

Ministério Público Federal lança cartilha sobre Direitos LGBT (Reprodução)

22 Agosto, 2017

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF) e o Ministério Público do Ceará lançaram esta semana a cartilha “O Ministério Público e os direitos de LGBT”, a publicação busca contribuir para a promoção da igualdade e o enfrentamento da discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros.
 
A cartilha conta com 80 páginas, podendo ser acessada de modo eletrônico pelo site da MPF. O material aborda conceitos como orientação sexual, identidade de gênero, expressão de gênero, pessoas cis, transgêneros e transexuais. Ainda vale destacar que a publicação elenca os direitos já assegurados à população LGBT, como casamento, união estável, adoção, uso do nome social e o acesso e permanência na escola, por exemplo, além de compilar leis nacionais e estaduais que tratam da temática.
 
Ressaltam as instituições autoras da cartilha que “embora tenha havido nos últimos anos alguns avanços em matéria de direitos de família, o Brasil é, reconhecidamente, uma sociedade que discrimina e comete inúmeras formas de violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Agressões físicas e homicídios são apenas a face mais visível da realidade cotidiana de preconceito e privação de direitos enfrentada por essa população seja em espaços públicos, no mercado de trabalho, em instituições de ensino e, muitas vezes, na própria família".
 
Vale destacar que a cartilha lista mais de 30 Centros de Referência no Combate à Homofobia, órgãos responsáveis por auxiliar no encaminhamento de denúncias de violação de direitos e por desenvolver atividades nas áreas de assistência social, educação e saúde em todo o  país. Além dos centros de referência, denúncias também podem ser feitas pelo Disque 100 (Secretaria dos Direitos Humanos) e pela Sala de Atendimento ao Cidadão, do Ministério Público Federal.

Acesse a cartilha aqui.

Original disponível em: http://revistaladoa.com.br/2017/08/noticias/ministerio-publico-federal-lanca-cartilha-sobre-direitos-lgbt

Reproduzido por: Lucas H.

STJ equipara sucessão da união estável e do casamento (Reprodução)

22 de Agosto de 2017

Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparar a união estável e o casamento para fins sucessórios, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu, por unanimidade, critérios para a aplicação do entendimento.

No caso concreto, os ministros decidiram que uma mulher que perdeu o companheiro com quem vivia em união estável tem direito à herança do falecido – e não os primos e sobrinhos dele, que diziam que ela não tinha direito a nada.

O homem era pai adotivo de uma criança, que hoje é maior de idade. Os primos do falecido foram à Justiça pedir que o ato de adoção fosse anulado. Alegavam que a companheira não poderia figurar na causa por não ter direito à herança.

É que, declarada a nulidade da adoção, não haveria descendência, já que a filha adotiva perderia o título, deixando de ser herdeira. E diante da inexistência de ascendentes, os irmãos e sobrinhos seriam chamados a suceder.

Em primeiro grau, os sobrinhos e primos foram considerados ilegítimos para propor a ação, que foi julgada extinta. Depois, o tribunal reformou a decisão por considerar que há diferenciação entre união estável e casamento, segundo o artigo 1790 do Código Civil – que tratava de maneira diferente companheiro ou companheira no caso de sucessão.

Sobre a questão, que classificou de “interessante”, o relator do caso no STJ, ministro Luís Felipe Salomão, buscou definir “vários pontos que ainda ficaram em aberto e serão construídos ao longo da formação da jurisprudência”.

O ministro lembrou que a declaração de inconstitucionalidade do artigo 1790 do Código Civil pelo Supremo é vinculante. E que, portanto, deve ser respeitada.

“No sistema constitucional vigente é inconstitucional a diferenciação de regime sucessório entre cônjuges e companheiros devendo ser aplicado em ambos os casos o regime estabelecido no artigo 1.829 do Código Civil”, definiu o STF em maio deste ano.

Para Salomão, em respeito à regra de transição, desde que a sucessão tenha sido aberta a partir de 2003, devem ser aplicadas as normas do artigo 1.829.

Seguindo o voto de Salomão, a turma definiu que:

a) para que o estatuto sucessório do casamento valha para a união estável, impõe-se o respeito à regra de transição prevista no artigo 2.041 do CC/2002, valendo o regramento desde que a sucessão tenha sido aberta a partir de 11 de janeiro de 2003;

b) tendo sido aberta a sucessão a partir de 11 de janeiro de 2003, são aplicadas as normas do 1.829 do Código Civil para os casos de união estável, mas aos processos judiciais em que ainda não tenha havido trânsito em julgado da sentença de partilha, assim como às partilhas extrajudiciais em que ainda não tenha sido lavrada escritura pública, na data de publicação do julgamento do RE n. 878.694/MG;

c) aos processos judiciais com sentença transitada em julgado, assim como às partilhas extrajudiciais em que tenha sido lavrada escritura pública, na data daquela publicação, valerão as regras dispostas no art. 1790 do CC/2002.

Original disponível em: https://jota.info/justica/stj-equipara-sucessao-da-uniao-estavel-e-do-casamento-22082017#.WZ2w084d-18.facebook

Reproduzido por: Lucas H.

O que você precisa saber antes de adotar uma criança - Por: Dr. Carlo Crivellaro (Reprodução)

22/08/2017

Adotar uma criança é uma decisão que deve ser bem pensada e planejada. É preciso ter em mente que esta escolha é permanente, e que não deve haver nenhuma
dúvida sobre a aceitação da criança, independentemente se o casal não pode ter filhos ou se já tem outros filhos.

É sempre possível que haja preconceito e/ou julgamento por parte da família e de amigos, ainda mais se o casal tiver condições fisiológicas de gerar seus
próprios filhos. Mas a opção de adotar é única e exclusivamente do casal, e ninguém tem o direito de interferir nesta decisão. Até porque a adoção é um
grande gesto de amor, se pensarmos quantas crianças foram abandonadas e merecem um lar!

A adoção foi efetivada! E agora?

A criança deve ser avaliada rotineiramente pelo pediatra. Nos casos em que não haja informações concretas sobre o pré-natal, alguns exames especiais deverão
ser realizados. Dependendo da faixa de idade, o vínculo entre a criança e os pais pode demorar um pouco. Tente não comparar seu filho a outras crianças
da mesma idade. É possível que ele tenha recebido menos estímulos e esteja se desenvolvendo mais devagar, mas nada que não possa ser recuperado. Converse
com o pediatra para ver se há real motivo de preocupação.

Também não espere sentir um amor imediato, ou se sentir mãe/pai desde o primeiro instante. E a recíproca é verdadeira: não pense que a criança vai chegar
dando beijos e sorrisos. Tanto para o casal como para a criança, é um cenário cheio de sentimentos contraditórios: felicidade, receio, ansiedade. Afinal,
vocês são pessoas diferentes, e precisam de tempo para se conhecerem, mesmo em se tratando de um recém-nascido.

Fique o máximo de tempo que puder com seu filho. Pelo menos nas primeiras semanas, os pais devem ser os principais responsáveis pelos cuidados com a criança.
Por mais que todo mundo queira receber o novo integrante da família, limite o número de visitas nos primeiros dias. É importante que a criança se ambiente
primeiro com seus pais (e seu novo lar) para depois conhecer, aos poucos, o restante da família.

Já comece a criar rotinas para seu filho. Isso é fundamental para qualquer criança, mas para quem já passou por tantas mudanças inesperadas, o planejamento
de uma rotina trará mais conforto e segurança.

Momentos ruins também poderão acontecer...

É compreensível que uma mãe adotiva duvide de seu instinto materno, principalmente se a criança já for maior. Isso pode ocorrer pelo fato de a mãe não
ter vivenciado as etapas do recém-nascido. Ou o casal pode ter receio de que, quando crescer, o filho sinta vontade de procurar os pais biológicos, o que
é natural, mesmo que ele seja amado e feliz com sua família adotiva. Sem contar com as incertezas em relação aos aspectos legais do processo de adoção.


Todas essas dúvidas são normais. Com o tempo, tanto a criança como os pais sentirão mais proximidade, intimidade e segurança. Uma boa dica é conversar
com outros pais adotivos. Isso trará mais calma, pois vocês perceberão que determinadas situações são comuns em famílias cujos filhos são adotados.

Quando e como devo contar ao meu filho que ele é adotado?

Verdade e transparência são regras fundamentais quando se adota uma criança. A faixa de idade em que começam as perguntas ou dúvidas é no período pré-escolar
(2 a 7 anos). O ideal é não demorar muito para contar e, quando for a hora, a conversa precisa ser em um momento tranquilo e da maneira mais simples possível,
para que a criança não sinta tristeza ou qualquer outro tipo de sentimento ruim.

Explique que o fato de ser adotada não muda os sentimentos que os pais têm por ela. Mostre outros casos de adoção, incluindo aqueles que vocês conheceram.
Apresente seu filho à família que também fez a adoção. Seria importante que ele conversasse com outras crianças adotadas e percebesse que a adoção foi
um enorme ato de amor dos seus pais.

Obviamente que ela também terá curiosidade para saber qual a razão de seus pais biológicos terem a “abandonado”. Para que não seja algo traumático, o ideal
é dizer que eles não tinham recursos para criar um filho, e justamente por o amarem tanto, preferiram doá-lo a uma família que pudesse dar as boas condições
de vida que os pais biológicos jamais poderiam.

A verdade é que a adoção acaba assombrando os pais adotivos, que vivem com medo de serem rejeitados e até abandonados quando a verdade vem à tona. Normalmente,
depois que a adoção é revelada, a família toda passa por um período necessário de acomodação das emoções.

A boa notícia é que, passada essa fase, os laços familiares se fortalecem, e a relação ganha mais amizade, amor e confiança. E a opinião de terapeutas,
psicólogos e especialistas no assunto é praticamente unânime: a criança tem o direito de conhecer a história de sua vida, o mais cedo possível, de forma
verdadeira e natural!

Fonte: Assessoria


Reproduzido por: Lucas H.

Pontes de Amor realiza curso para candidatos à adoção em Uberlândia (Reprodução)

21/08/17

O encontro será nesta segunda (21), no Auditório do Ministério Público, no bairro Tibery

O primeiro grupo de apoio à adoção legal de Uberlândia Pontes de Amor realizará nesta segunda-feira (21), o curso de habilitação para candidatos à adoção de criança e adolescente aos inscritos na Vara da Infância e da Juventude. O primeiro módulo do curso acontece no Auditório do Ministério Público, localizado no bairro Tibery, região leste da cidade. O curso é uma exigência legal no processo jurídico de habilitação para adoção.

O trabalho de parceria entre o Tribunal de Justiça – Comarca de Uberlândia e a Pontes de Amor para ministrar este curso ocorre desde o segundo semestre de 2012. Podem participar apenas os convocados pela Vara da Infância e da Juventude, sendo obrigatório dentro do processo de inserção ao Cadastro Nacional da Adoção.

A Vara da Infância e da Juventude de Uberlândia convocou cinquenta interessados para participar do curso, que será ministrado uma vez por semana, totalizando cinco encontros. Para receber o certificado, o candidato precisa ter uma participação mínima de 80% da carga horária total, que é de 15 horas.

A coordenadora do projeto, Anyellem Rosa, explica que ao exigir o preparo psicossocial dos pretendentes à adoção antes da inscrição no cadastro nacional, é possível esclarecer as dúvidas das pessoas envolvidas no processo de adoção, podendo conhecer seus procedimentos e dificuldades, de forma a minimizar a possibilidade de devolução da criança ou do adolescente.

“Quando ocorre essa devolução, aumenta ainda mais a vivência de abandono para os adotados. Nosso objetivo é contribuir para a preparação dos candidatos por meio da criação de um espaço de orientação, ensino, reflexão, troca e apoio psicológico durante o período de espera. É ainda, um espaço de troca de experiências com famílias que já vivem a adoção e uma oportunidade de aprendizado a respeito do processo jurídico”, concluiu.

Serviços:
Curso para candidatos à adoção
Data: 21/08 (segunda-feira)
Local: Auditório do Ministério Público - Rua São Paulo, 95 - Tibery

Original disponível em: http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?emp=1926&num_release=196506

Reproduzido por: Lucas H.

Três crianças são encontradas abandonadas em Carapicuíba (Reprodução)

21/08/17

Duas meninas e um menino foram encontrados abandonadas em uma residência por volta das 21h da noite do último domingo (20), na avenida Paraguaçu Paulista, em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo.

As duas meninas, de seis e um ano de idade, e o irmão, de quatro anos, estavam na casa sozinhos desde a tarde de domingo. Eles vivem com a mãe e o padrasto.

A Polícia Militar chegou ao local após uma denúncia anônima. Policiais viram que as crianças estavam sem comida e sujas. A casa estava sem energia elétrica e o cômodo que elas estavam era iluminado apenas com uma vela.

A mãe das vítimas ainda não foi localizada e o padrasto disse que não sabe onde ela poderia estar. O pai das duas meninas e do menino mora em Diadema e não foi até a delegacia.

A avó materna das crianças informou que não tem condições financeiras de criar as crianças e também falou que sua filha foi adotada quando ainda era pequena.

O Conselho Tutelar foi acionado e as vítimas encaminhadas ao abrigo municipal da cidade e ainda não há confirmação para onde serão levadas depois. O caso foi registrado na Delegacia Central de Carapicuíba.

Original disponível em: http://noticias.r7.com/sao-paulo/tres-criancas-sao-encontradas-abandonadas-em-carapicuiba-21082017
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Reproduzido por: Lucas H